:: Pastoral do Dízimo
Por quê nossa Paróquia está se dedicando mais ao tema dízimo?
Não é só pela questão financeira. Para ter dinheiro, não precisamos falar em Dízimo, basta pedir aos nossos paroquianos que eles trazem com alegria. Estamos nos dedicando mais, porque a proposta do Dízimo desperta nos batizados uma maior participação na vida da Igreja.
Além do mais, temos outras razões para motivar para o Dízimo!
1 – O dízimo é uma atitude de fé. É consciência de que uma parte dos nossos rendimentos é de Deus e, consequentemente, da comunidade. Por isso, ele é devolvido para manutenção da Paróquia, sustento do culto, dos sacerdotes, seminários, das missões e da ação social da Igreja.
2 – Tudo o que somos e temos tem um único dono: Deus. Nós apenas administramos o que Dele recebemos. Contribuir com o dízimo é uma atitude de amor de quem é grato a Deus. Contribuir com o dízimo é devolver a Deus uma pequena parte do muito que Ele nos dá. É sinal de gratidão e partilha.
3 – Quem oferta o dízimo torna-se evangelizador, mesmo que não possa ou não saiba pregar. O ato de contribuir com o dízimo por si, é um ato evangelizador.
4 – O dízimo é uma pastoral. A catequese, a formação dos jovens, a preparação dos agentes de pastoral, as diversas atividades que desenvolvem os dons e os colocam a serviço de Deus e dos irmãos, dependem de recursos materiais. O dízimo é quem fornece estes recursos. O dízimo ajuda a construir a Igreja viva.
5 – O dízimo é bíblico; em dezenas de citações da Bíblia aparece a orientação sobre o mesmo. Por exemplo, no livro do profeta Malaquias, está escrito: “Tragam o Dízimo para o Templo... Façam a experiência comigo, diz o Senhor... Vocês vão ver se não abro os reservatórios do céu, se não derramo a minha bênção sobre vocês muito além do necessário” (Ml 3,10).
Seja dizimista! Solicite o seu envelope junto à equipe da Pastoral do Dízimo.
Mas o que é o Dízimo?
Dízimo é a devolução a Deus de uma pequena parcela de nossos bens em forma de ação de graças pelo muito que d’Ele recebemos. É aquela parte reservada e consagrada para a manutenção da religião e dos necessitados. Deus é dono de tudo, por isso reservar a Ele parte dos bens é uma retribuição justa por tudo que Ele nos tem dado. O dízimo é bíblico; em dezenas de citações da Bíblia aparece a orientação sobre o mesmo. Por exemplo, no livro do profeta Malaquias, está escrito: “Tragam o Dízimo completo para o tesouro do Templo... Façam a experiência comigo, diz o Senhor... Vocês vão ver se não abro os reservatórios do céu, se não derramo minha bênção de fartura” (Ml 3,10).
Quem é que pede o Dízimo?
É o papa? É o bispo? É o padre ou alguma liderança da paróquia? Não. É Deus! Se Deus pede é porque o Dízimo é muito importante na vida da Igreja. E cada um de nós é responsável para que isto aconteça. Deus não mente. Deus não engana ninguém. Deus cumpre aquilo que promete. Mas o que é que Deus promete? Dar muitos bens materiais? Não. Deus promete muito mais. Promete dar a bênção a cada um de nós. E não existe nada melhor para nós que recebermos de Deus uma bênção que satisfaça nosso coração. O dízimo deve ser visto como um dom de Deus. Dom que nos torna abertos para receber a graça de Deus. “Recebeste de graça, de graça dai” (Mt 10,8-10). “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mc 12,17).
Quanto devo dar de Dízimo?
Na Bíblia, São Paulo diz: “Cada um dê conforme o impulso de seu coração, não dê de má vontade ou constrangido, pois Deus ama a quem dá com alegria” (2Cor 9,7). São Paulo não fala de Dízimo de dez por cento, nem de um por cento. Ele prefere dizer que o cristão faça a sua entrega “segundo o impulso do seu coração”. Portanto, para ser dizimista é importante ter um coração generoso e agradecido. Por isso, cada um deve se questionar e decidir o quanto deve dar de Dízimo, que será a resposta concreta de sua fé. Portanto, de um a dez por cento, cada um deve consultar a sua consciência e de acordo com a sua possibilidade, estabelecer o valor de sua retribuição. Deus não olha a quantia que lhe oferecemos. Olha sim a quantia do amor e da gratidão que temos para com Ele. Deus não é mendigo. Não pede esmolas. Por isso, também não merece nosso resto, nossa sobra, nossas migalhas. Deus merece o melhor que temos. E o melhor é oferecer com generosidade o que é possível oferecer.
Por que você deve ser dizimista?
Porque a Comunidade é sua! Você tem aqui a sua casa, batiza aqui os seus filhos, usa esta Igreja para a catequese e receber os sacramentos. Aqui você reza, agradece a Deus, manda celebrar missa de ação de graças e, nos momentos de dor, aqui também reza pelos seus entes queridos. Se a comunidade funciona bem, quem sai ganhando é você e a sua família. Como na sua casa você tem gastos, a Igreja também tem suas despesas mensais: manutenção do Templo, dos móveis e imóveis, salário do padre e dos funcionários, água, luz, telefone, folhetos, impressos, gastos com as pastorais e movimentos, etc... Além disso, o dízimo é criador de um espírito comunitário e me leva ao encontro do irmão necessitado, através das pastorais sociais mantidas pela paróquia.
Você que é católico e ama a sua Igreja, e quer que ela funcione bem, contribua com o dízimo, mas faça-o com alegria! “As bênção divinas não lhe faltarão.”
Solicite o envelope de dizimista junto à equipe da Pastoral do Dízimo.
Equipe da Pastoral do Dízimo:
Juarez Ramos do Amaral (coordenador da Equipe) -